Boa Noite! Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

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    16º Encontro Nacional dos Veteranos Especialistas da Aeronáutica

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    DIRETORES DE FINANÇAS:

    1º Tesoureiro: Rubens Hernandes Martins
    2º Tesoureiro: Massakazu Kudamatsu

    DIRETOR SOCIAL:

    Diretor: José Roberto Pinto

    DIRETORIA DE ESPORTES:

    Diretor: Heraldo Nicolau da Silva

    CONSELHO DELIBERATIVO:

    Membros Efetivos

    Presidente: Flávio Freire Cardoso
    Vice: Clemar Jordão Gomes
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    Membros Suplentes

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    Notícias G1


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    Entretanto, manifestantes negaram liberação de combustível para o transporte público da capital. Prefeitura de Florianópolis tenta negociar combustível para segurança e coleta de lixo Após negociação na tarde desta sexta-feira (25) em Biguaçu, na Grande Florianópolis, entre a prefeitura da capital e caminhoneiros que estão em greve desde segunda (21), foram liberados combustíveis para a Guarda Municipal, Defesa Civil e coleta de lixo. Entretanto, os manifestantes se recusaram a liberar diesel para o transporte coletivo. A negociação ocorreu em frente a uma central de distribuição de combustível que está bloqueada pelos caminhoneiros. "30 mil litros de diesel para a Comcap e coleta, e 5 mil para Guarda Municipal e Defesa Civil. E dura aí em média, questão de 7 a 10 dias", disse Maryanne Mattos, secretária de Segurança Pública de Florianópolis. Os caminhões sairão escoltados pela PM na manhã de sábado (26), do centro de distribuição em Biguaçu, até a capital. Conforme a prefeitura de Florianópolis, são necessários 50 mil litros de combustível para manter o transporte coletivo na cidade. A administração municipal chegou a reduzir a proposta e pediu 5 mil litros para cada garagem, mas sem sucesso. "A partir de domingo, provavelmente então, já não teremos mais como circular no município em função dessa falta de combustível", disse Marcelo Roberto da Silva, secretário de Mobilidade de Florianópolis. A liberação não deve ocorrer neste fim de semana. "A assembleia, reunida ali, decidiu que até segunda-feira não vai ser liberado o combustível. Porque quando há greve no transporte urbano, ninguém pergunta pra população se sofre efeitos ou não. Simplesmente param e a cidade amanhece sem transporte. Por que tem que ser diferente agora?", disse o motorista de caminhão João Vianei Lopes. A última carga de combustível foi recebida pelas empresas de ônibus na quarta-feira (23). Por enquanto, a prefeitura não apresentou uma alternativa para quando acabar o diesel. Informou apenas que vai tentar uma nova negociação na segunda-feira.

    Manifestantes são contra preços altos dos combustíveis. Manifestantes ateiam fogo em trecho de avenida durante protesto Alexandre Hisayasu/Rede Amazônica Um grupo de mototaxistas realizou um protesto no início da noite desta sexta-feira (25) na Avenida Torquato Tapajós, Zona Norte de Manaus. Eles são contra os preços do litro da gasolina e contra a interrupção do fornecimento de combustível, que já ocorre na capital amazonense desde a quinta (24). Segundo a Polícia Militar, cerca de 50 manifestantes participaram do ato, que ocorreu por volta das 19h30. Os mototaxistas chegaram a atear fogo em um trecho da avenida. Com a manifestação, o trânsito fluiu com lentidão nos dois sentidos da via. Essa não é a primeira manifestação da categoria nesta sexta. À tarde, um grupo de mototaxistas protestou em frente à Arena da Amazônia junto a motoristas de aplicativo contra os preços altos de combustíveis. Durante o ato, o grupo fez bloqueios na via por cerca de cinco minutos. Depois, eles liberavam a avenida durante o mesmo período de tempo e voltavam a fazer as intervenções no trânsito. *colaborou Alexandre Hisayasu, da Rede Amazônica
    De cinco estações de transbordo da Comlurb, três estão saturadas. Comlurb consegue combustível para manter coleta de lixo domiciliar no fim de semana Devido à greve de caminhoneiros, o lixo não para de acumular em estações de tratamento da Comlurb. Os caminhões não conseguem fazer a transferência do lixo da estação para os aterros sanitários por causa dos bloqueios feitos nas estradas. Das cinco estações de transbordo, três estão saturadas. Acompanhe a cobertura da greve dos caminhoneiros no RJ Todo o lixo domiciliar está sendo coletado em caminhões e segue para as estações. Nesta sexta-feira (25), três dessas estações estavam saturadas, cheias de lixo e não cabiam mais resíduos. As estações que já atingiram a capacidade máxima ficam em Bangu, Jacarezinho e Santa Cruz. Apenas as de Marechal Hermes e Caju ainda têm espaço para receber resíduos, no entanto apenas até a manhã deste sábado (26). A Comlurb pediu apoio da Polícia Militar para retirar 60 mil litros de óleo diesel diretamente da Reduc. Com essa quantidade, será possível garantir a coleta domiciliar de lixo do Rio de Janeiro até domingo (27). O acúmulo de lixo acontece porque as carretas não conseguem atravessar o bloqueio dos manifestantes nas estradas. Um motorista, que não quis se identificar, explicou a situação. "A gente se depara com os manifestantes nas estradas, na Washington Luiz ou na Rio-Santos, eles param as carretas, não deixam as carretas seguirem viagem. Os manifestantes são agressivos, já quebraram 15 carretas, agrediram motoristas", disse Vinte e sete carretas carregadas de lixo não conseguiram chegar a Seropédica e permanecem estacionadas na estação de transbordo de Bangu. A direção da empresa que opera o aterro entrou com uma ação na Justiça pedindo a desobstrução imediata das vias.
    Assista aos vídeos do telejornal com notícias das regiões de Sorocaba e Jundiaí. Assista aos vídeos do telejornal com notícias das regiões de Sorocaba e Jundiaí.
    G1 mostra como funciona a casa, com a cobertura da pauta diária e dos bastidores do Legislativo. Por dentro da Assembleia Legislativa de Minas Gerais G1 mostra como funciona a casa, com a cobertura da pauta diária e dos bastidores do Legislativo.

    Relatório aponta que havia espaço para 52 internos, mas haviam 80 no local. Secretaria Cidadã afirma que não havia superlotação no local. MP-GO pedia desativação de Centro de Internação em que 9 morreram em incêndio desde 2012 O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) pedia desativação do Centro de Internação Provisória do 7º Batalhão da Polícia Militar em Goiânia desde 2012, conforme Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Um incêndio em um dos alojamentos da unidade deixou nove mortos e um ferido internado em estado gravíssimo no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). O TAC pede a construção de novo centro de internação na capital "com a consequente desativação do Centro de internação Provisória, situado na Avenida Milão, s/ng, Jardim Europa, Goiânia-GO, área militar do 7Q Batalhão da Polícia Militar, objeto da ação civil pública". O órgão informou que, como os termos do documento não foram cumpridos, a Justiça foi acionada e o processo deve ser julgado. O MP-GO deu à causa valor de mais de R$ 9 milhões. Por meio de nota, o governo de Goiás informou que o TAC “está sendo cumprido”. Ainda conforme o texto, “houve atraso em algumas obras e há um esforço constante para dar mais celeridade aos processos e execuções”. Um documento, de quarta-feira (23), assinado pela diretoria geral do Grupo Executivo de Apoio à Criança e ao Adolescente (Gecria), mostra que a unidade abrigava 80 internos e tinha capacidade para 52. Ainda assim, nota divulgada nesta sexta-feira (25) pelo governo do Estado afirma que “não há superlotação na unidade”, que teria capacidade para 80 adolescentes. Conforme outro documento obtido pela TV Anhanguera, a capacidade máxima de 52 já seria considerada acima do indicado pelo Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), que aconselha até 40 internos por centro de internação. O coordenador do Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente do MP-GO, Publius Rocha, destacou que o incêndio que ocorreu nesta sexta-feira foi uma “tragédia anunciada”. “O MP já tinha chamado a atenção do poder executivo e do poder judiciário provocando formalmente através de processo. Estamos aguardando um posicionamento não só sobre a inadequação desta unidade, mas de outras unidades pelo estado”, disse. Conforme apurou a TV Anhanguera, a ação ainda não foi julgada no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). Alojamento ficou destruído após incêndio, em Goiânia Reprodução/TV Anhanguera Incêndio O defensor público Tiago Gregório Fernandes esteve no local do incêndio e informou que não havia ventilação nos alojamentos e que o fogo teria sido provocado pelos próprios internos. “O que a gente ouviu é que os adolescente protestavam contra uma possível transferência e em relação a insalubridade do alojamento”, afirmou. Já o presidente do Conselho Estadual de Direito da Criança e do Adolescente, Eduardo Mota, informou que o local não tinha estrutura adequada para receber os 11 adolescentes que estavam abrigados lá. “Na cela cabem 4 adolescente e tinha 11. Por sorte, um dos adolescentes que estava lá dentro havia deixado a cela, se não seria mais um morto. Não havia extintores disponíveis na hora”, declarou. Por meio de nota, o governo disse que o alojamento não estava superlotado, que o espaço tem capacidade para 10 internos e havia exatamente este número de adolescentes no local. Ainda segundo o posicionamento, o incêndio foi apagado com ajuda de um hidrante que estava a cinco metros de distância do fogo, no corredor. Segundo o Corpo de Bombeiros, os adolescentes atearam fogo a um colchão enrolado na grade de um dos alojamentos da Ala A. O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado às 11h27 e enviou quatro caminhões para apagar as chamas e resgatar feridos. Em nota, o Governo de Goiás lamentou as mortes e disse apurar o ocorrido (veja íntegra abaixo). Corpo de Bombeiros combate incêndio em centro de internação para menores de Goiânia Reprodução/TV Anhanguera Nota do governo de Goiás O Governo de Goiás informa que não houve rebelião no centro de internação que abriga menores infratores no 7º Batalhão da Polícia Militar. Trata-se de ato isolado, feito pelos próprios internos. A motivação do movimento está sendo apurada, uma vez que não houve o menor indício de que poderia haver o incidente. Todas as forças policias estão envolvidas na apuração. Por vota de 11h30, foi colocado fogo em um colchão no corredor da unidade. Na parte interna da cela, os menores ergueram outro para impedir a entrada da fumaça, mas que acabou pegando fogo e causando as mortes. O Corpo de Bombeiros atuou de forma imediata no combate ao incêndio, o que evitou danos ainda maiores. O local conta com extintores e todos os equipamentos internos necessários. Nove internos morreram no incêndio. Um ficou ferido e foi levado ao Hospital de Urgências Otávio Lage de Siqueira (Hugol). Outro menor também está hospitalizado, mas não há nenhuma relação com o incidente. Os demais 69 internos não ficaram feridos. Todas as famílias que procuraram a unidade foram recebidas. Uma equipe composta por assistentes sociais e psicólogos atenderam aos parentes das vítimas. Toda a assistência necessária está sendo dada às famílias dos adolescentes. Os corpos foram retirados após os procedimentos legais. A Superintendência de Política Técnico-Científica coletou materiais e elementos que vão subsidiar os laudos técnicos. A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) e Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depais), esteve no local para as providências iniciais. A conclusão dos trabalhos será apresentada oportunamente. Vale ressaltar que não há superlotação na unidade. No alojamento onde estavam as dez vítimas, a capacidade é de 10 vagas. O Termo de Ajustamento e Conduta (TAC), firmado em 2012, está sendo cumprido. Houve atraso em algumas obras e há um esforço constante para dar mais celeridade aos processos e execuções. O Governo de Goiás reforça, ainda, que segue com o planejamento de construir novas unidades no Estado, como o Case de Anápolis, que já está em funcionamento. Goiás, cabe ressaltar, é único estado brasileiro a construir unidades socioeducativas, mesmo com o cenário de crise econômica nacional. No total, serão 10 novas unidades. Somente na capital, os investimentos são de R$ 4.351.753,14 em adequação, ampliação e reforma do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Goiânia e na construção de duas Casas de Semiliberdade, que terão a capacidade acrescida em 140 novas vagas. Todas as unidades do Socioeducativo dispõem de contrato com empresa de reparos e manutenção de estruturas físicas. As novas unidades permitiram a desativação de duas unidades que funcionavam em pavilhões de batalhões da Polícia Militar. Mais uma vez, o Governo de Goiás lamenta o ocorrido, externa sua total solidariedade e se coloca à disposição dos familiares dos adolescentes. Veja outras notícias da região no G1 Goiás.