Boa Tarde! Quinta-feira, 16 de Agosto de 2018

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    Notícias G1


    Liberada após audiência de custódia, ela deveria ter apresentado comprovante de fiança até as 9h desta quinta. Travesti foge de agressão no DF, confronta PMs e é detida com 'mata-leão' A travesti de 25 anos presa em flagrante após uma confusão com policiais não compareceu ao Núcleo de Audiências de Custódia (NAC) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, nesta quinta-feira (16), com o comprovante do depósito da fiança de R$ 1 mil. Ela tinha sido autorizada a responder em liberdade pelos crimes de dano ao patrimônio, desacato e injúria racial. O valor foi arbitrado durante a audiência de custódia realizada nesta quarta (15), que determinou também que ela teria de passar 90 dias com monitoramento por tornozeleira eletrônica. Depois da decisão, a travesti identificada como Bruna foi liberada e deveria se apresentar até as 9h desta quinta com o comprovante do depósito. Por causa do descumprimento da determinação, ela está foragida e deverá ser presa preventivamente. Ao G1, o Núcleo de Audiências de Custódia informou que, até as 11h30, ela ainda não havia aparecido. A decisão Na determinação da juíza Verônica Capocio, consta que a travesti deveria ser colocada em "liberdade provisória imediatamente" e que deveria comprovar a quitação da fiança sob pena de decretação de prisão preventiva: “O indiciado deverá ser posto em liberdade provisória imediatamente, devendo comprovar o depósito de fiança nesta NAC até as 9h do dia 16/08/2018, momento em que será aplicado o monitoramento eletrônico [...] sob pena de decretação de prisão preventiva”. A magistrada havia afirmado que a colocação da tonozeleira era uma medida “adequada e suficiente” para garantir a ordem pública. Segundo ela, o aparelho permitiria vigiar os movimentos e diminuir o risco de novos crimes. “Os fatos praticados, embora graves, podem ser averiguados com a acusada em liberdade, haja vista que o delito de dano não foi praticado contra a pessoa, mas contra o patrimônio e os demais delitos também não geram gravidade tamanha a ensejar o decreto de prisão preventiva da acusada”, apontou. Relembre De acordo com a Polícia Civil, a suspeita estava "aparentemente sob efeito de substâncias entorpecentes". Ela teria tentado fugir de agressões de um motorista que estava no local e a ameaçava com uma pedra. Pms usam spray de pimenta na tentativa de imobilizar travesti algemada Arquivo Pessoal/Reprodução Ao perceberem que a vítima das agressões estava escondida entre os carros, policiais disseram que "se aproximaram para oferecer ajuda", mas foram confrontados pela travesti. De acordo com a corporação, Bruna resistiu à abordagem e agrediu PMs e agentes do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). "O agressor [sic] precisou ter as pernas imobilizadas pelos bombeiros militares para que entrasse no cubículo da viatura", informou a Polícia Militar. O G1 questionou, mas a nota enviada pela PM não disse se a força empregada pelos militares foi proporcional, ou se haverá apuração de algum excesso. PMs imobilizam perna de travesti algemada em carro da polícia Arquivo Pessoal/Reprodução Gravação Em um vídeo gravado por testemunhas, é possível ver que, ao todo, seis policiais agiram simultaneamente para imobilizar a travesti, que já estava algemada (veja vídeo no início da reportagem). Os PMs usam spray de pimenta no rosto dela e a imobilizam com uma golpe "mata-leão". O motivo da confusão não foi esclarecido. Em nota, a PM disse, ainda, que na delegacia a travesti cuspiu no delegado e chamou sargentos de "macacos". O delegado responsável pelo caso, Sérgio Bautzer, disse ao G1 que ela "tentou cuspir", mas não chegou a atingi-lo. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.

    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Pernambuco. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Pernambuco.

    Doença também atinge o Brasil. Maioria dos americanos infectados não haviam tomado a vacina. Até 14 de julho deste ano, 107 pessoas foram infectadas com sarampo nos Estados Unidos. A doença atinge 21 estados do país, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Estados com registro de sarampo nos EUA: Arkansas Califórnia Connecticut Flórida Illinois Indiana Kansas Louisiana Maryland Michigan Missouri Nevada Nova Jersey Nova York Carolina do Norte Oklahoma Oregon Pensilvânia Tennessee Texas Washington O recorde casos da doença nos Estados Unidos ocorreu em 2014, quando 667 casos foram registrados em 27 estados. De qualquer forma, o ano de 2018 nem acabou e o número de casos está perto do total de registros em 2017. Veja o gráfico abaixo: Os CDC informaram que em 2008 também ocorreu um aumento no número de casos, resultado da disseminação de comunidades contra a vacinação. O ano de 2011 também apresentou uma alta que estava ligada ao alerta da Organização Mundial da Saúde - mais de 30 países da União Europeia eram atingidos pela doença. A maioria dos casos registrados nos EUA naquele ano estavam ligados a turistas franceses. Neste ano, o governo americano explica o "perfil" da situação: A maioria dos infectados não estava vacinada O sarampo atinge outras partes do mundo - Europa, Ásia, Pacífico e África - e viajantes continuam a levar a doença para o país Vacina tríplice viral protege contra caxumba, rubéola e sarampo Cristine Rochol/PMPA No Brasil, o perfil é semelhante. O país vive uma alta nos casos da doença, mas com um número 11 vezes maior que o registrado até então pelos americanos. Para barrar a disseminação, uma campanha do Ministério da Saúde segue até o dia 31 de agosto pedindo a vacinação de todas as crianças com até 5 anos de idade. Isso vale também para a poliomielite. Como funciona: Criançãs que não receberam nenhuma dose irão receber a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) Crianças que já tomaram uma ou mais doses receberão a Vacina Oral Poliomielite (VOP) - conhecida como gotinha Para o sarampo, todas as crianças receberão a vacina Tríplice viral, independente do histórico de vacinação, que também protege contra a caxumba e a rubéola. De acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira (15), mais de 80% dessas crianças ainda não haviam se vacinado. Os estados com melhor cobertura vacinal são: Rondônia, com 45,01% para a pólio e 43,84% para o sarampo; e São Paulo, com 28,35% para a pólio e 27,91% para o sarampo. Do lado oposto, com as menores taxas de cobertura, estão: Amazonas, com 3,23% do público-alvo vacinado contra a pólio e 3,24% contra o sarampo; e Roraima, com 4,98% contra a pólio e 3,60% contra o sarampo. Casos de sarampo confirmados no Brasil até 14 de agosto Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar Infografia: Karina Almeida/G1
    Vigilantes de rua chamaram a polícia. Assaltantes invadiram a sede do Conselho Tutelar do bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste durante a madrugada desta quinta-feira (16). Vigilantes de rua chamaram a polícia. O crime ocorreu por volta das três horas, e os suspeitos conseguiram entrar no local por meio de uma janela sem grades. Em setembro do ano passado, o local havia sido alvo de criminosos. Os suspeitos conseguiram levar uma televisão. Eles arrombaram as portas das salas dos conselheiros e reviraram documentos e equipamentos. Além do Conselho Tutelar, o local também abriga provisoriamente o Centro de Referência de Assistência Social, o CRAS da Redenção. Eles atendem cerca de cem famílias por dia. O crime foi registrado no décimo Distrito Integrado de Polícia. (Colaborou, Meike Farias, Rede Amazônica)

    Defesa argumenta no pedido que, como foi o último a depor e devido ao horário, Gerson Corrêa já estava em estado de fadiga. Segundo a defesa, ao todo, ele passou mais de 15 horas no Fórum. Cabo Gerson Corrêa Junior quer prestar depoimento novamente André Souza/G1 O cabo da Polícia Militar Gerson Ferreira Corrêa Júnior pediu à Justiça para ser reinterrogado sobre o esquema de grampos no âmbito do governo do estado. Ele prestou depoimento por várias horas no dia 27 de julho, quando confessou participação no crime, que, segundo o militar, teria sido financiado pelo ex-secretário da Casa Civil, Paulo Zamar Taques, que está preso. Taques nega envolvimento nas interceptações clandestinas. O ofício foi protocolado no último dia 3 na 11ª Vara Criminal de Cuiabá, mas ainda não foi analisado pela Justiça. A defesa argumenta no pedido que, como foi o último a depor naquela data e devido ao horário, o réu já estava em estado de fadiga. Segundo a defesa, ao todo, ele passou mais de 15 horas no Fórum. Com isso, os advogados alegam que é direito dele ser ouvido novamente, argumentando ainda que há outros pontos a serem esclarecidos. "Após o acesso ao interrogatório e minuciosa análise, tanto do interrogado bem como de seus defendentes, restaram prejudicados alguns pontos a serem melhor esclarecidos e explicitados tanto para o órgão acusador bem como ao magistrado e os juízes coronéis", pontua. 'Busca da verdade real' Outro argumento usado pelos advogados Thiago de Abreu Ferreira e Neyman Augusto Monteiro é que o interrogatório de Gerson é imprescindível, assim como foi o primeiro depoimento, porque ele foi o único que trouxe informações para esclarecer o caso. "O único que buscou a mostrar a verdade da 'grampolândia pantaneira', invocou o pricípio cosntitucional da 'busca da verdade real', neste momento seja para melhor esclarecer os fatos e também para objetivar os benefícios do acusado Gerson Luiz Ferreira Correa Junior sob pena de cerceamento de defesa", enfatizam. Paulo Taques teria planejado esquema de interceptações, segundo policial TVCA/Reprodução Produção de provas No mesmo documento, a defesa de Gerson solicita a produção de provas. Pede que a Justiça envie ofício a quatro operadoras de telefonia móvel para que informem se alguma autoridade solicitou a quebra de sigilo de dados cadastrais no período de 5 de fevereiro de 2015 a 5 de outubro do mesmo ano, no dia 2015, no dia 23 de março deste ano. A intenção é comprovar o planejamento para a concretização do plano para a instalação de uma central clandestina de escutas telefônicas, que grampeou jornalistas, políticos, advogados, empresários, entre outros. No outro interrogatório, Gerson citou um encontro pessoal com a presença do coronel Evandro Alexandre Ferraz Lesco e Paulo Taques em agosto ou setembro de 2014 em um restaurante localizado na Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), quando trataram da estrutura, orçamento e logística para a implantação do sistema de interceptação. "É presumível a ocorrência de contatos telefônicos entre algum dos corréus deste processo com a pessoa de Paulo César Zamar Taques (apontado por este acusado como financiador do sistema) na data do encontro", argumenta a defesa, ao informar à Justiça os números de telefones. Além disso, a defesa mencionou que, em depoimento, o policial informou sobre um e-mail usado pelo coronel da PM Zaqueu Barbosa para receber e enviar decisões judiciais acerca de interceptações telefônicas. "Ocorre que, em seu interrogatório, o Zaqueu Barbosa alega que, em nenhum momento encaminhou ou recebeu esses e-mails, vez que atribuiu tal função a este acusado, afirmando que este detinha inclusive a senha do seu email para efetivar essa função. Este acusado, por seu turno, refuta tal alegação asseverando que detinha sim a senha do e-mail pessoal do comandante, porém, para tão somente o acessou para imprimir algumas decisões judiciais que aportavam à caixa de entrada e, ainda assim, após informação e autorização do coronel que o informava quando chegava tais decisões", explica. Com isso, os advogados pedem que a Justiça solicite ao provedor de internet que informe o IP com os respectivos endereços para que possibilite identificar o computador conectado à internet, usado pelo e-mail pessoal de Zaqueu para encaminhar e receber mensagens nos dias 10 de outubro de 2014, 22 de dezembro de 2014 e 29 de maio de 2015.
    Incidente aconteceu às 14h dessa quarta-feira (15). Eletrobras disse que faz serviço de reparo nas torres. Um trator agrícola derrubou cinco torres de transmissão e o fornecimento de energia elétrica para o Bonfim, município no Norte do estado, foi interrompido desde a tarde dessa quarta-feira (15). Segundo a Eletrobras Distribuição Roraima, o incidente aconteceu por volta das 14h, quando o trator bateu em uma torre que, em efeito dominó, se chocou contra outras quatro, resultando na queda das cinco. A cidade de Bonfim ficou sem energia elétrica desde então. "Assim que ciente do problema, a Eletrobras se mobilizou e deu início aos serviços de reparo das torres, para que o fornecimento de energia elétrica no município retorne o mais rápido possível", finalizou a Eletrobras.

    Participaram os representantes do PSDB, PDT, MDB, PSTU, Novo, PT e PSOL. Debate foi realizado na rádio Gaúcha, no qual concorrentes puderam falar sobre propostas para temas como segurança e impostos. Candidatos durante o primeiro debate entre os candidatos ao governo do estado. Cristine Gallisa/RBS TV Sete candidatos ao governo do Rio Grande do Sul participaram na manhã desta quinta-feira (16) do primeiro debate nas eleições 2018. O encontro ocorreu na rádio Gaúcha, do Grupo RBS, onde foram confrontados temas como segurança, educação, impostos. Em quatro blocos, os políticos responderam a questionamentos de jornalistas e do público, fizeram perguntas entre si e deixaram suas considerações finais (leia na íntegra abaixo). Participaram do debate Eduardo Leite (PSDB), Jairo Jorge (PDT), José Ivo Sartori (MDB), Julio Flores (PSTU), Mateus Bandeira (Novo), Miguel Rossetto (PT) e Roberto Robaina (PSOL). No primeiro bloco, cada candidato teve dois minutos para fazer sua apresentação. Em seguida, o mediador fez uma pergunta para cada concorrente, que teve 1min30 para resposta. As perguntas foram elaboradas pela produção e foram sorteadas ao vivo. A ordem para apresentação dos candidatos e para resposta das perguntas foi sorteada antes do debate. No segundo bloco, ocorreram as perguntas entre os candidatos, com tema livre. A ordem de quem perguntaria foi definida por sorteio. Cada candidato fez uma questão e deu uma resposta. O candidato teve 30s para fazer a pergunta; o candidato escolhido para responder teve 1min30 para resposta; o candidato que perguntou teve 1min para réplica e o candidato que respondeu, 30s para tréplica. No terceiro bloco, os candidatos comentaram assuntos sugeridos pelos ouvintes via Twitter e WhatsApp. De acordo com ordem previamente sorteada, cada concorrente teve 1min30 para abordar um dos temas. Em seguida, o mediador fez uma pergunta elaborada pela produção do programa. Cada participante teve 1min30s para a resposta. O quarto bloco foi de considerações finais dos candidatos, com 2 min para cada. Considerações finais, na ordem de fala dos candidatos Jairo Jorge (PDT) Gaúchos e gaúchas, eu só vou propor nessa campanha o que eu sei que eu posso fazer, porque já fiz e deu certo. Tive a honra de ser o prefeito mais bem avaliado do Rio Grande do Sul, em pesquisa não feita por mim, mas pelo jornal correi o dpovo, instituto métodos. Entre as maiores cidades do Rio Grande do Sul eu recebi, ao final do meu governo, aprovação de 77,8% dos canoenses. Em oito anos, com menos burocracia e menos impostos, tripliquei a arrecadação da minha cidade. O piso dos meus professores é R$ 4.214,34, o segundo melhor piso do Rio Grande do Sul. Eu reduzi em 17,5% os homicídios, enquanto o Rio Grande do Sul, no mesmo período, entre 2009 e 2016, aumentou 60%. Eu construi 5 UPAS, Canoas é a cidade com mais UPAS no rs, acabei com filas nos postos. Quero nesta eleição uma oportunidade. Terei um minuto na televisão. Sou entre os candidatos um daqueles que tem menor tempo na televisão. Quero oportunidade para profundar no segundo turno, ideias, propostas, buscar soluções inovadoras para o Rio Grande, porque é esse o caminho. Não atirei pedras em ninguém. Estou há 17 meses percorrendo o Rio Grande, falei com mais de 28 mil gaúchos, percorri mais de 100 mil quilômetros, visitei as 497 cidades. Eu entendo que é preciso unir. Não é atirar pedras, mas usar as pedras para construir os alicerces do futuro que desejamos. Ao meu lado está o empresário Claudio Bier, que é vice-presidente da Fiergs, presidente do Sindicato das Indústrias de máquinas agrícolas, queremos unir o rio grande que produz com o rio grande que trabalha. Essa é a mensagem, de união, dialogo, convergência. Eu afirmo: é preciso experiencia para mudar, competência para fazer, e o Rio Grande tem solução. Eduardo Leite (PSDB) Quero dizer que escolhi a política como missão de vida, não como meio de vida, tanto é que quando tive a oportunidade para concorrer à reeleição, e mesmo com 87% de aprovação em pesquisa publicada pelo jornal Diário Popular, lá em Pelotas, escolhi não concorrer. Porque acho que na política temos que fazer cumprir nossa missão, e entre nossa missão está poder ajudar a formar novas lideranças, abrir espaços para outras pessoas que também querem e podem colaborar muito. E assim elegemos lá a Paula, a única cidade que elegeu a continuidade de governo em 2016 foi Pelotas, com a maior votação da história, a nossa vice-prefeita se elegeu com 60% dos votos. Acho que muitas são as prioridades que um governador tem que ter, entre elas a segurança, educação, saúde. E para cumprir com isso, a primeira coisa que a gente tem que fazer é reconhecer as pessoas que podem nos ajudar. Por isso quero salientar, trouxemos ao nosso lado para nos ajudar a fazermos um plano ousado na segurança pública o delegado Ranolfo, foi chefe da Polícia Civil, vai nos ajudar a botar ordem no estado, porque vamos botar oprdem no RS, para que as pessoas possam viver com mais tranquilidade. Todo mundo conhece alguém que apesar de todas as dificuldades desse cenário da economia ousa, empreende, abre seu novo negócio, está enfrentado esse tempo turbulento, difícil da economia. Porque os gaúchos são muito dospostos ao trabalho. Não têm medo de serviço, ostam de emrpeender e ionovar. A gente tem que ter um governo que deixe fazer, porque as pessoas fazem, o povo faz, o governo tem que deixar fazer o Rio Grande crescer, se desenvolver, retomar a confiança em si mesmo, essa é a nossa grande meta, o Rio Grande do Sul vai voltra a ter confiança no futuro. Miguel Rossetto (PT) Nossa candidatura representa uma proposta de mudança para o Rio Grande do Sul. O Rio Grande do Sul passa por uma crise grave. O Brasil passa por uma crise grave, precisa mudar o Brasil. Eu quero que o Lula volte a presidir nosso país. E quero governar o Rio Grande a partir de um projeto de desenvolvimento, de crescimento, de respeito ao nosso povo. O atual governo ampliou os problemas do Rio Grande do Sul e governou de uma forma desastrosa. PMDB, MDB, PSDB e PP governam o estado do Rio Grande do Sul. Por isso que essas duas candidaturas, eu tenho debatido, a candidatura Sartori, a candidatura Leite. Elas na verdade representam duas caras de um mesmo governo. Um governo fracassado, um governo que piora a vida dos gaúchos e gaúchas. Nós queremos um outro futuro para o nosso país, para nosso estado. Governar não é fácil. Governar é difícil. Governar exige escolhas de forma permanente. Foi assim que fizemos com Olívio Dutra e com Tarso Genro. Fui vice-governador de Olívio e aprendi a governar em dificuldade e tirar o Rio Grande da crise. Nós vamos recuperar crescimento, recuperar desenvolvimento. A prioridade absoluta na geração de trabalho e emprego. Apoiar nossos agricultores, trabalhadores, empresários. Nós vamos pagar salário em dia, como sempre fizemos quando governamos. Nós vamos pagar salário em dia dos servidores públicos, das professoras, dos professores, dos policiais, e a partir daí retomar uma agenda de desenvolvimento para o Rio Grande. Uma boa escola pública para nossa juventude. Eu quero uma educação de excelência para juventude gaúcha. Segurança, paz e tranquilidade para o nosso povo. Uma saúde dialogada com nossos prefeitos e municípios e próxima da nossa população, com qualidade. Acolher bem a nossa população idosa. Combater em definitivo essa violência contra mulheres no estado do Rio Grande do Sul recuperando experiências, como patrulha Maria da Penha. Eu quero te convocar para caminhar conosco num grande projeto de mudança no estado do Rio Grande do Sul. Um Rio Grande do Sul desenvolvido, vivendo em paz. Vivendo em segurança. Vivendo em esperança. Caminhe conosco. Caminhe conosco mudando o Brasil e mudando o Rio Grande. Matheus Bandeira (Novo) Eu quero deixar uma mensagem de otimismo para aqueles que estão nos ouvindo, para todos os gaúchos. Essa eleição é uma oportunidade única de renovação, vocês ouviram aqui vários políticos profissionais, que fazem da política um meio de vida. Chegou a hora de a gente trazer pessoas admiradas naquilo que fazem, de fora da política, que têm preparo, que têm experiência, capacidade de liderança, capacidade de gestão, para fazer melhor que os politicos profissionais, para propor uma renovação verdadeira na política. Estou aqui porque sou otimista com o futuro do Rio Grande. Eu quero ajudar a construir um novo Rio Grande. Um estado mais simples, um estado mais justo, com menos intervenção estatal, que fomente a livre iniciativa. Um estado sobretudo com oportunidades iguais para todos, onde cada gaúcho possa chegar lá. Oportunidades para quem empreende, para quem trabalha. Porque quem cria riqueza na sociedade, é um indivíduo com a sua iniciativa, com o seu trabalho, que empreende, que toma risco. Quem cria riqueza é quem empreende e quem trabalha, não é o governo. O governo não é canhão de transformação da sociedade, é o indivíduo. O papel do governo é tão somente gastar bem o dinheiro dos impostos naquelas funções mais básicas, funções essenciais, priorizando aqueles que mais precisam. Quem nos governou até aqui não soube nem escolher prioridade nem governar com mão de ferro sobre as finanças públicas. É por isso que a gente precisa renovar. Está na hora de escolher algo realmente novo. O partido Novo é a única novidade na política brasileira, está trazendo pessoas honestas, 100% ficha limpa, o único partido que só tem 100% ficha limpa. Então essa é a nossa oportunidade de renovação, gente nova na política, mas com experiência, com preparo, com capacidade de liderança para fazer diferente. Eu quero deixar uma mensagem de otimismo. Uma frase célebre de Peter Drucker, que foi um professor americano já falecido, um dos gurus da gestão moderna. Peter Ducker dizia o seguinte: "se tu queres algo novo, tem que parar com o velho". Velha política, nesse caso. Os velhos políticos profissionais, dos velhos métodos e das velhas práticas. Está a hora de escolher algo realmente novo, uma plataforma nova, um candidato novo, mas com preparo e experiência. José Ivo Sartori (MDB) Que todos tenham consciência de que não vou responder algumas questões, nós continuamos no mesmo rumo e na mesma caminhada. Mas quero fazer apenas uma referência antes de abordar outras questões. Teve uma fake news que eu aumentei meu próprio salário. E eu abri mão do aumento do salário, é bom que fique bem claro isso para que não tenha dúvida. E quero dizer que temos três pilares na nossa visão. Primeiro, aderir ao Regime de Recuperação Fiscal, porque uma parte já fizemos e renegociamos, inclusive, com o governo anterior, não o atual, ainda quando era ministro da Fazenda Marcos Barbosa. Então eu não tenho esse preconceito e nem me coloco contra um ou contra outro, tem que fazer aquilo que precisa que ser feito. Segundo, privatizar ou federalizar estatais para concentrar esforços naquilo que é necessário: segurança, educação, saúde, infraestrutura e políticas sociais. Durante os três anos de suspensão no pagamento da dívida, prorrogável por mais três, o Rio Grande tem que ser um estado eficiente, sustentável e indutor do desenvolvimento, mas eu sou otimista com o Rio Grande do Sul, tenho certeza que vamos vencer essa crise. Agora, é preciso muita unidade e muita solidariedade, é preciso todo mundo trabalhar junto. E aquilo que plantamos aqui, tenho certeza que nós estamos modificando os rumos do Rio Grande do Sul e apresentamos uma possibilidade de estar justamente no rumo certo. Quero citar aqui o vice Cairoli e os dois Betos, Fogaça e Albuquerque como nossos senadores, deputados estaduais e federais. Julio Flores (PSTU) Com muito o orgulho, acabei de receber uma mensagem de um operário, dizendo que tenho, nos do PSTU, as melhores propostas para resolver os problemas do nosso estado e do país. Isso me dá orgulho porque somos um partido socialista, dos trabalhadores. Nós representamos e queremos representar as maiorias exploradas desse país. Por isso mesmo peço aos trabalhadores, ao povo, aos pobres desse estado, aos que moram na periferia das cidades da capital e do interior, que venham conosco construir a possibilidade de uma rebelião no país, para construir um governo dos trabalhadores, onde o oprário seja eleito no seu local de trabalho, onde o bancário, o professor, o funcionário de escola, enfim, os trabalhadores como um todo componham esse conselho que vai governar o estado. Nós queremos, com isso, tomar aquelas medidas fortes contra o capital, porque governar significa contrariar interesses para nemeficiar, obviamente, a maioria da população. Então nós, efetivamemnte, temos observado que, o que tem historicamente sido levado a cabo é o contrário. Os ricos têm dominado a política, os ricos estão governando desde a escravidão. Na verdade, a burguesia brasileira e os partidos que as representam têm no seu DNA a escravidão no Brasil. E nós queremos justamente o contrário, libertar os trabalhadores da escravidão a que estão submetidos. E queremos chamar a todos para vir construir conosco essa campanha. Porque, inclusive, os grandes meios de comunicação nos negaram a participação na Bandeirantes hoje, desse debate. Roberto Robaina (PSOL) Nós vamos chamar o voto no 50 para fortalecer a ideia de uma nova política, uma política comprometida com os trabalhadores, com a juventude, com o movimento de mulheres, com o movimento anti-racista, com a comunidade LGBT. Nós temos candidatura nacional do Boulos, com a Sônia. Aqui no estado, no senado, PCB e PSOL, Cleber e Romer Guex. Nós queremos, e para nós é muito importante, ter uma bancada de deputados estaduais que mostre que se pode fazer política de outra forma. O Pedro Ruas é candidato a reeleição para deputado estadual, fez um mandato excepcional na Assembleia Legislativa, é um defensor do povo. Nós temos agora a Luciana Genro, que é fundadora do partido. Luciana Genro que fez inúmeros projetos sociais, centrado no Emancipa, que é candidata a deputada estadual. O nosso camarada Jurandir Silva, da região de Pelotas. Nós temos para deputada federal, encabeçando a nossa chapa, a nossa camarada Fernanda Melchionna. Fernanda foi a vereadora mais votada de Porto Alegre. Agora todo o estado pode votar nela para deputada federal. Então, o voto no 50, na bancada de deputados estaduais PSOL, e federal, é fundamental. E nós, na disputa majoritária, eu, agora com a experiência como vereador de Porto Alegre, vi o governo do PSDB do Marchezan, na campanha, fez promessa de todo o tipo. Agora nos traz uma cidade abandonada, dizendo que não tem recursos. As promessas da campanha foram fáceis, agora no governo está fazendo um governo anti-povo, contra os servidores. No estado, nós vimos a mesma coisa. Nós acreditamos que é preciso dizer de onde vão sair os recursos. A nossa plataforma vai mostrar que existem grupos empresariais que não pagam imposto, vai mostrar que existe isenção fiscal injustificada e vai mostrar que se pode, deixando de pagar a dívida, revogando a Lei Kandir, melhorar a vida do povo.