Boa Madrugada! Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2019

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    Notícias G1

    Foi divulgada em edição extra do Diário Oficial da União de quarta-feira (16) a nomeação do general do Exército Franklimberg Ribeiro de Freitas para a presidência da Fundação Nacional do Índio (Funai). Ele foi escolhido para o cargo pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que ficou responsável pelo órgão, quando o governo Jair Bolsonaro decidiu tirar a fundação das atribuições do Ministério da Justiça. Franklimberg já ocupou a presidência da Funai no governo Temer, indicado pelo PSC. Foi exonerado em 2017, após pressão de ruralistas junto ao Palácio do Planalto. Quando o nome do general ainda era cotado para o cargo, assessores de Damares afirmaram que, por ter origem indígena, Franklimberg teria o apoio de setores indígenas para comandar a fundação. Também foi publicada a exoneração de Azelene Inácio, da Diretoria de Proteção Territorial da Funai, e que chegou a ser considerada para o comando do órgão. Na semana passada, o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, encaminhou o pedido de demissão dela à Casa Civil, por causa de uma investigação do Ministério Público que apontava conflito de interesses no cargo. Entretanto, como a Funai foi transferida de pasta, a exoneração não foi efetivada, o que só ocorreu nesta quarta. Política indigenista Criada em 1967, a Fundação Nacional do Índio promove estudos de identificação, delimitação, demarcação, regularização fundiária e registro das terras tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas, além de monitorar e fiscalizar as terras indígenas. Conforme a página oficial do órgão, cabe à Funai, ainda, "promover ações de etnodesenvolvimento, conservação e a recuperação do meio ambiente nas terras indígenas, além de atuar no controle e mitigação de possíveis impactos ambientais decorrentes de interferências externas às terras indígenas." 'Zoológicos' Em novembro do ano passado, já como presidente eleito, Jair Bolsonaro afirmou que manter índios em reservas é como ter animais em zoológicos. Durante toda a campanha, o presidente afirmou reiteradas vezes que, se eleito, não demarcaria "um milímetro a mais" de terras indígenas. No artigo 231, a Constituição Federal declara os "direitos originários" dos índios sobre as terras tradicionalmente ocupadas e afirma que compete à União demarcar essas terras.

    Ceará sofre sequência de mais de 200 ataques coordenados por facções criminosas. Bandidos tentam fazer com que estado desista de medidas que tornam fiscalização nos presídios mais rígida. O governador do Ceará, Camilo Santana, participou de entrevista na GloboNews nesta quarta-feira (16). Reprodução/GloboNews O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), classificou nesta quarta-feira (16) as ações criminosas no Ceará como atos de terrorismo, defendendo uma mudança na legislação brasileira sobre o assunto. "Eu defendo que precisa de uma mudança. Até porque nesses atos, foi a primeira vez que se usou explosivos em ações no Ceará, bombas. Isso precisa ser tipificado como terrorismo. Precisa o Congresso Nacional rever uma série de leis, inclusive uma delas é essa, a lei antiterrorismo, que precisa tipificar esse tipo de ação como terrorismo". A declaração foi dada durante entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (16). A fala do governador acompanha a forma como o ministro da Justiça, Sérgio Moro, abordou a série de ataques no Ceará. "Se o Estado não tomar uma atitude enérgica em relação a essas organizações criminosas, o problema tende a crescer. O caso do Ceará é um ilustrativo disso, em que organizações criminosas se sentiram à vontade de praticar, na minha opinião, verdadeiros atos terroristas. Diante da perspectiva de adoção de uma política mais rigorosa contra essas organizações, o que eles fizeram foi tentar explodir viadutos, incendiar, buscando que o estado, o governo voltasse atrás", disse em entrevista à GloboNews nesta terça-feira (15). O Ceará vive uma onda de ataques desde a noite de 2 de janeiro, quando chefes de facções criminosas ordenaram, de dentro de presídios, que comparsas realizassem uma série de crimes no estado. Até esta quarta-feira, foram pelo menos 206 crimes como incêndio de ônibus, carros e prédios públicos, e uso de explosivos em pontes, viadutos e torres. Camilo Santana também confirmou o fechamento de 67 cadeias municipais no interior do Ceará nos últimos dias. "Eram cadeias precárias, concentrei na Região Metropolitana para ter mais controle sobre esses presos. Isso foi uma decisão do próprio secretário [da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque]. Tenho tido todo o apoio do poder judiciário", afirmou. Entenda o que está acontecendo no Ceará O governo criou a secretaria de Administração Penitenciária e iniciou uma série de ações para combater o crime dentro dos presídios. O novo secretário, Mauro Albuquerque, coordenou a apreensão de celulares, drogas e armas em celas. Também disse que não reconhecia facções e que o estado iria parar de dividir presos conforme a filiação a grupos criminosos. Criminosos começaram a atacar ônibus e prédios públicos e privados. As ações começaram na Região Metropolitana e se espalharam pelo interior. O governo pediu apoio da Força Nacional. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, autorizou o envio de tropas; 406 agentes da Força Nacional reforçam a segurança no estado. A população de Fortaleza e da Região Metropolitana sofre com interrupções no transporte público, com a falta de coleta de lixo e com o fechamento do comércio. A onda de violência afastou turistas e fez a ocupação hoteleira no estado cair. 35 membros de facções criminosas foram transferidos do Ceará para presídios federais desde o início dos ataques, segundo o último balanço do Ministério da Justiça. Ceará registra série de ataques criminosos Infográfico: Karina Almeida/G1 Ordens partiram de presídios Áudios compartilhados entre membros de facções do Ceará revelaram que as ordens para as ações contra ônibus, prefeituras e prédios públicos partiram de presidiários. As mensagens chegaram até as autoridades após a apreensão de 407 aparelhos de celulares nas unidades prisionais do estado, no dia 6 de janeiro. Em uma mensagem, um detento ordena: "Uns toca fogo na prefeitura, uns toca fogo nas coisa lá dos policial, tá ligado?". O Palácio Municipal da Prefeitura de Maracanaú, na Grande Fortaleza, foi um dos 49 prédios públicos atacados no Ceará. "Agora a bagunça vai começar é com força", diz outra mensagem de áudio. “Agora nós vamos parar os ônibus, vamos tocar fogo com vocês dentro”, ameaça um terceiro detento. Em outro áudio, um detento diz que a sequência de crimes é uma tentativa de fazer com que o secretário da Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque, desista de medidas que tornam mais rigorosa a fiscalização no sistema penitenciário. "Vocês vão tirar esse secretário aí dos presídios. Vocês vão ver, vai piorar é pra vocês", ameaça um criminoso.

    Em alguns casos, uma única infração pode gerar um processo que termina na suspensão da CNH. Número de processos para a suspensão da CNH aumenta em Alagoas Nos últimos anos, o número de processos para suspensão de habilitação aumentou em Alagoas. Só em 2017, foram mais de 3 mil. E em algumas situações, uma única infração pode ser suficiente para o motorista perder o direito de dirigir. Usar o celular enquanto dirige, não parar na faixa para o pedestre ou transitar acima da velocidade permitida. Essas são apenas algumas infrações de trânsito que podem ser responsáveis pela suspensão do direito de dirigir. Se o motorista acumular 20 pontos na Carteira Nacional de Habilitação no período de um ano, já é o suficiente para suspender o documento. E no últimos anos em Alagoas, muita gente teve a habilitação cancelada. De acordo com o Detran - AL, só em 2017, foram abertos 3.260 processos administrativos para a suspensão de CNH. Um númeo três vezes maior do que no ano de 2016. "É reflexo de um grande trabalho de fiscalização, seja da equipe da Lei Seca como do Bptran e até das SMTTs. Aumentando essa fiscalização gera mais infrações, que podem cuminar em um processo de suspensão", explicou o chefe do controle de infrações do Detran - AL, Daniel Celestino. E é preciso estar muito atento ao dirigir, porque em algumas situações, só é preciso uma infração para a habilitação ser suspensa. "Alcoolemia, recursar-se a fazer os testes solicitados, racha, omissão de socorro, dentre outras", disse o chefe do controle de infrações do Detran-AL. No caso do motorista que for flagrado na Lei Seca e que ficar comprovado que dirigiu e bebeu, a Carteria Nacional de Habilitação é recolhida imediatamente. Depois, ele pode pegar de volta no prazo de cinco dias utéis. É quando começa o processo de defesa. Depois de todo o procedimento administrativo e de ficar comprovado que o motorista é culpado, a CNH é recolhida e ele fica sem dirigir pelo período de um ano. Isso vale também para quem se negar a fazer o teste do bafômetro. O segurança Wolney Gustavo Silva voltou para a auto-escola para fazer um curso de reciclagem depois que perdeu a CNH. "Eu fui pego numa blitz da Lei Seca há uns cinco, seis anos. Eu não tinha ingerido bebida alcóolica, mas me neguei a fazer o teste. E após esses anos todos, chegou uma carta para eu entregar a habilitação. Eu entreguei a habilitação e passei um ano sem dirigir. Eu nunca tive nenhum tipo de infração, nenhum tipo de problema e eu acho que eu vou tirar de letra essa prova e essa reciclagem", contou Wolney. O curso de reciclagem é feito pela internet. O candidato precisa cumprir uma carga horária de 30 horas para receber o certificado. "Depois que ele fizer o curso de reciclagem, que for gerado o certificado dele no sistema, automaticante, a gente consegue agendar a prova de reciclagem dele no Detran. Ele vai lá, faz a prova dele e depois pode voltar ao Detran e ter a sua CNH de volta", explicou o instrutor de CFC, Walter Lima. Mesmo com leis mais duras, a embriaguez ao volante é uma das causas mais comuns para a perda da carteira de habilitação. "40% dos condutores é por embriaguez ao volante, um número surpreendente, quase a metade", disse o instrutor. Quem já teve a carteira suspensa sabe a falta que o documento faz. "Nesse momento eu estou morando lá em cima, no Eustáquio Gomes, e eu tenho que me locomover. E ficou bem difícil. Graças a Deus a minha esposa também dirige e quem me salvou foi ela. Se fosse voltar atrás eu teria feito o teste, porque eu não sabia que iria dar esse problema futuramente", contou o segurança Wolney. Mais de 3 mil processos para suspensão de CNH foram realizados em Alagoas em 2017 Reprodução/TV Gazeta Veja mais notícias da região no G1 Alagoas

    Apostas podem ser feitas até as 19h, em lotéricas ou pela internet. Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 27 milhões nesta quinta (17) Marcelo Brandt/G1 O concurso 2.116 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 27 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quinta (17) em Piratuba (SC). Excepcionalmente, acontecem três concursos nesta semana, como parte da "Mega Semana de Verão": além do sorteio na última terça (15), haverá um na quinta (17) e no sábado (19). Normalmente, os sorteios ocorrem às quartas e sábados. Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

    Incidente ocorreu na noite desta quarta-feira (16). Parte da parede da casa desabou devido o calor das chamas Rickardo Marques/G1 AM Um incêndio atingiu uma residência na noite desta quarta-feira (16) no bairro Monte Sinai, Zona Norte de Manaus. Devido as chamas, parte da estrutura do local desabou sobre o telhado de outra casa. Ninguém se feriu. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou por volta das 18h30 em uma residência situada na Rua Sete. As chamas atingiram dois quartos e parte da cozinha, situados nos fundos da moradia. Destroços atingiram residência vizinha Rickardo Marques/G1 AM Por conta do calor, algumas paredes dos cômodos atingidos pelo fogo desabaram sobre uma uma residência vizinha. Porém, ninguém se feriu. Uma equipe da Defesa Civil Municipal foi acionada para avaliar as condições estruturais do local após o incêndio. Ainda segundo a corporação, foram utilizados aproximadamente 5 mil litros de água no combate ao fogo.

    A dupla estava com uma quantidade de droga, segundo a Polícia. Suspeito de envolvimento em morte de investigador é preso em Castanhal, no Pará. Reprodução / PRF Dois homens foram presos na noite desta quarta-feira (16), suspeitos de envolvimento na morte do investigador Cândido Félix Rodrigues Santana, em dezembro de 2018. Os suspeitos foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), no posto em Castanhal, nordeste do estado, por volta das 19h30. Os dois viajavam em uma van e foram flagrados pela Polícia com uma quantidade de droga. Um outro suspeito de envolvimento na morte do investigador foi morto no dia 27 de dezembro de 2018, em confronto com a Polícia. Arley Adriano Pacheco Marinho teria reagido à voz de prisão e foi alvejado pela equipe. Entenda o caso O investigador da Polícia Civil, Cândido Félix Rodrigues Santana, 69, foi morto no dia 2 de dezembro de 2018, em frente à delegacia do Atalaia, em Ananindeua, região metropolitana de Belém. A vítima estava de plantão e teria ido até um comércio nas proximidades, quando foi alvejado por homens que chegaram em dois carros, um prata e um preto. O investigador morreu no local do crime. A delegacia também foi atingida pelos disparos. A delegacia também foi alvo dos atiradores Reprodução/Tv LIberal

    Alagoana já perdeu quatro corações compatíveis, porque parentes de possíveis doadores não autorizaram retirada de órgãos. Fila de transplante em Alagoas tem 500 pessoas Em Alagoas, 500 pessoas estão esperando um doador de órgãos para continuar vivendo. A angustiante fila do transplante não anda, porque esbarra no preconceito e na falta de informação. E para sair vencedor nessa luta contra o tempo, esses pacientes só dependem de um gesto, a autorização da família do doador. Muita gente continua na fila de espera aguardando por um doador compatível. O tempo varia. A demora pode durar um mês, mas também pode levar anos. E muitos acabam não resistindo. Segundo a Central de Transplantes, 500 pessoas estão na fila de espera por um doador em Alagoas. A esposa do Marco Aurélio é uma dessas pessoas. Ana Karolina Gama de Moraes, de 29 anos, está na UTI há mais de um mês. Ela foi diagnosticada com miocardiopatia periparto dois dias depois do parto da primeira filha. A doença causa diminuição da frequência cardíaca. O marido conta que Ana Karolina está na fila de espera. E que quatro corações compatíveis apareceram, mas os familiares não quiseram doar. "A gente até estava na esperança de acontecer um transplante. Um dos familiares aceitou que fosse doado o coração, mas outros familiares não concordaram. Então precisa ter total compreensão de todos para poder ser doado. É angustiante, mas eu espero que as pessoas sejam mais compreensivas em saber doar. Cada minuto faz toda a diferença para a Ana Karolina, porque a situação dela está se agravando. "Hoje ela tá num estado bem debilitado. Hoje ela tá como uma das primeiras na lista de tranplante, precisando com uma certa urgência de um coração", disse o marido de Karol. Ana Karolina, de 29 anos, está na UTI esperando por um coração Reprodução/TV Gazeta A coordenadora da Central de Transplantes, Daniela Ramos, explica como é o processo para saber se um órgão é compatível e como ele é encaminhado para um paciente. "A família acompanha todo o processo. E é uma corrida contra o tempo, porque nós temos que realizar uma série de exames nesse potencial doador, exames sorológicos, exames de histocompatibilidade para dar então inserir os dados no Sistema Nacional de Transplantes, que vai gerar o ranking pra nós. Aí depois de tudo isso nós vamos saber qual o receptor, ou de coração ou de rim ou de córena está apto para receber aqueles órgãos", disse Daniela. Mas tudo vai depender da família, por isso é importante conscientizar sobre a doação de órgãos. "De acordo com a nova legislação, apenas a família, no momento em que acontece a fatalidade, pode autorizar a doação. Então o que a gente indica e faz o apelo para a sociedade: que informe a sua família, informe aos seus amigos que você é um doador de órgãos, porque no momento, se acontece a fatalidade da morte encefálica, que é a condição de doar os órgãos. No momento da decisão, se torna menos difícil para dar um sim a doação. Não adianta deixar nada por escrito, nada registrado em cartório, testamento, porque se a família no momento disser não, nós temos que respeitar a vontade da família", explicou a coordenadora da Central de Transplantes. O mecânico Adenilson Silva conseguiu um coração novo e agradece a família do doador. Adenilson sentia muita falta de ar, passava noites sem conseguir dormir, até que veio o diagnóstico de cardiopatia dilatada. "Eu trabalhava numa empresa de mecânico, aí começou a dar falta de ar em mim. Aí quando eu procurei o médico, ele disse que eu já tava mal, tava precisando entrar na fila de transplante", disse Adenilson. Ele foi para a fila de espera. E começou então uma corrida contra o tempo. Houve uma tentativa, mas foi frustrada. "Fui chamado uma vez, mas na hora não foi compatível por causa do peso", contou o mecânico. Quatro meses depois apareceu um doador compatível. Um ano depois do transplante de coração, ele conta que a vida é outra e que sonha conhecer a família do doador. "Eu desejo muito. Eu queria muito conhecer essa família. Graças ao gesto de uma mãe, eu estou aqui vivo, porque eu acho que se ela não tivesse doado esse coração eu não estaria mais aqui para contar a minha história", falou Adenilson. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas